terça-feira, 29 de junho de 2010

MISSÕES É BATALHA ESPIRITUAL

Culto de missões maio de 2010

MISSÕES E BATALHA ESPIRITUAL”

Ef: 6.12 Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.

Quando falamos em missões falamos de vida santificada e totalmente submetida à vontade Deus. Essa ideia nos transporta a refletir sobre batalha espiritual. Batalha espiritual implica em lutar para cumprir os propósitos de Deus. É opor-se ferrenhamente contra as obras do diabo a fim de libertar os cativos e oprimidos, através de oração, estudo da palavra, jejum e evangelismo. Vivemos em tempos difíceis. Nosso inimigo se levanta com peçonha, contra todos os que atrapalham os seus planos malignos. Vidas escravizadas pelas drogas, álcool, sexo os poderes sobrenaturais malignos e ceticismo cegam as pessoas arrastando-as para o inferno. Para se dispor a lutar contra o inimigo, antes precisamos vencer uma grande batalha. A batalha interior. É preciso vencer o comodismo pessoal que é tudo o que desmotiva a atividade pessoal na obra de Deus. Não se obtém vitória sobre o inimigo, sem antes vencer a si mesmo, precisamos renunciar o velho homem. Precisamos renunciar o egoísmo, os desejos egocêntricos que se mantêm vivos dentro de cada ser.

Jesus disse: negue-se a si mesmo, Jesus não disse: negue ao diabo! Jesus disse: sujeitai-vos a Deus e resisti ao diabo e ele fugirá de vós. Ou seja, submeter nossos desejos e vontades, planos e objetivos de vida a decisão final de Deus. Então se precisamos resistir ao diabo é porque de todas as formas possíveis ele agirá para que não venhamos a submeter nossas vontades e desejos a Deus, pois só assim estaremos vulneráveis ao domínio do seu império. Quando deixamos o Espírito Santo nos convencer e nos levantamos na força do Seu poder, para executar a vontade do Pai, através de intercessão, jejum, evangelismo etc. assim fazendo estaremos confrontando os poderes das trevas. Quando oramos pela salvação das vidas provocamos a fúria do inimigo contra nós. Precisamos entender um principio básico da intercessão. Quando Jesus ensinou a orar ele disse: Pai nosso que está no céu... Então devemos imaginar e focar nossa mente, espírito, sentimento e coração em Deus que está no céu. Muitos crentes não obtêm êxito nas intercessões porque não entendem esse principio. Ou seja, quando intercede por alguém, mentaliza ou visualiza a pessoa na mente e no espírito, usa a imaginação para encontrar a pessoa no espaço e no tempo, imagina o rosto fixamente, e muitas vezes até coloca o coração, os sentimentos sobre a pessoa. Quando se faz esse tipo de intercessão, a oração não está sendo dirigida ao Pai que está no céu, mas a pessoa que está na terra. Devemos orar ao Pai que está no céu, lembrar das promessas bíblicas e versículos que se aplicam a concretização de vitoria do Reino de Deus enquanto intercedemos pelas vidas, e não se concentrar na pessoa, pela qual intercedemos como foco.

Quando focalizamos a intercessão sobre alguém estamos lhe enviando ondas de sentimentos e pensamentos que são segundo o querer humano, então de alguma forma, lhe impomos através do espírito, a nossa vontade sobre a situação em que a pessoa se encontra e não a de Deus. Entende-se então em todas as ciências, que de alguma forma, o ser humano tem a capacidade de transferir sentimentos e pensamentos mesmo estando em lugares diferentes e distantes no espaço. Torna-se claro então o porquê muitas orações não são respondidas. Porque não se ora ao Pai que está nos céu, pois se se intercede da maneira certa, obviamente a vontade Divina sendo aceita, e humildemente admitida a nossa falibilidade humana, então não influenciou através da intercessão a vida do próximo, mas oramos como Jesus: venha o Teu reino e seja feita a Tua vontade... Sobre as vidas a quem amamos. Quando agimos da maneira correta o inimigo não tem possibilidade de nos flechar, pois estamos protegidos com o escudo da fé e realmente escondidos em Deus, sob a sombra do altíssimo.

Ef: 1.17 Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação;

Paulo compreendia profundamente a vontade eterna de Deus, e essa vontade era a base e essência de sua intercessão a Deus pelos crentes e pelas vidas, Paulo não lhes determinava o que Deus deveria executar, mas implorava que os valores eternos de Sua glória e os valores fundamentais do Reino fossem revelados pelo Espírito Santo aos irmãos...

Vagner Cruz

Nenhum comentário: